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A vida depois de formado: o medo do desemprego x profissionais de sucesso

Postado por em 14/04/2014

Quando criança me imaginava aos vinte e poucos anos uma profissional de sucesso, mãe de família, casa, carro e todo o pacote que acompanha o figurino. Mas a vida vai passando, e parece que os dias dentro de uma sala de aula não acabam nunca. Até que a gente forma. Muita festa, muito choro, muito orgulho… Aí sim parece que a vida vai finalmente começar. Acaba o baile e todo mundo vai pra casa com aquela sensação de alívio. Passam-se dois dias, três, uma semana, um mês e o emprego dos seus sonhos ainda nem deu sinal de vida.

Segundo o cadastro geral de empregados e desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, a perspectiva não é nada boa. O emprego formal recuou 14% no ano de 2013, com relação ao ano de 2012. O ministro Manoel Dias estimou que, em 2014, o Brasil vá criar por volta de 1,4 milhão de novos empregos. Vários setores reclamam a falta de mão de obra qualificada. Infelizmente, essa mão de obra desqualificada pode ter acabado de sair de uma faculdade. Um levantamento do Instituto Paulo Montenegro e da ONG Ação Educativa indica que 38% dos estudantes universitários do Brasil são analfabetos funcionais. São pessoas que entram no mercado de trabalho com dificuldade para realizar tarefas simples como leitura e compreensão de um texto. Claro, esses 38% são a minoria, mesmo sendo uma porcentagem preocupante. Mas esse dado deixa claro que o diploma da faculdade não faz de você o profissional ideal do emprego dos sonhos. O que faz o profissional ideal é o desejo e a busca pelo aperfeiçoamento.

A nossa formação profissional, assim como a nossa formação como pessoas, não acaba nunca. A faculdade é uma etapa, outras novas etapas virão. Idealizadas ou não. O importante é não parar, ficar paralisado por acomodação ou medo de não conseguir ir além. E essa força de vontade precisa vir de dentro, universidade nenhuma ensina.