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Os melhores discursos de Formatura

Postado por em 12/07/2013

O discurso de formatura pode ser o ponto alto da cerimônia de colação de grau. Mas também pode causar constrangimento, se houver humor ou críticas exagerados; desinteresse, se lido de forma pouco adequada; e sono, se não for entendido pelo público em geral. No YouTube é possível encontrar milhares de vídeos desses momentos das solenidades. O Blog da Phormar selecionou alguns dos mais vistos.

Um dos discursos acadêmicos mais famosos não foi propriamente o de um formando. Em 2005, Steve Jobs, então presidente-executivo da Apple, falou aos graduandos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. O vídeo em que Jobs conta sua vida, sua opção por não cursar uma faculdade e no qual dá alguns conselhos aos estudantes, tem milhões de visualizações. Em um dos trechos, ele comenta sobre as incertezas em relação ao futuro, preocupação típica dos formandos. “Você não pode conectar os pontos olhando para frente; você apenas pode conectá-los olhando para trás”, disse. Ele, que chegou a ser demitido da Apple em meados dos anos 80, também falou sobre a busca de um trabalho que dê prazer. “Como todo relacionamento, ele se tornará melhor conforme os anos forem passando. Então, continue procurando até você encontrar. Não sossegue.”

Quando falamos de colações de grau realizadas no Brasil, há bons exemplos de discursos marcados pela emoção ou pela descontração. Um dos vídeos mais compartilhados é o do então formando Rodrigo Zimmerman, da turma de Direito da UFSC (2008). Além do texto bem elaborado, o desempenho do rapaz como orador chama a atenção. Sobre a missão do profissional do Direito em fazer justiça, por exemplo, ele disse: “Certamente, meus queridos, não é ser um juiz leiloeiro de destinos, que anos leve – isto quando não se negue – pro remédio dar ao doente, liberdade ao inocente ou só um rumo ao pobre errante. Não é ser um promotor e denunciar pessoas a esmo, postar o dedo em riste, apaixonar-se pela ira e promover somente a cólera. Tampouco é ser advogado embusteiro do juízo, defensor do prejuízo, que no papel escreva 20 e do coitado leve 50. Não, meus queridos, justiça nós faremos quando dissermos a verdade, calarmos a mentira e findarmos todo abuso.”

Quem teve um humorista como orador da turma não pode esperar menos do que algumas risadas. Foi assim na colação de grau do comediante Murilo Gun, em 2006. Atualmente, ele apresenta seu espetáculo de stand-up comedy pelos palcos em várias partes do país e em programas de TV. Mas, naquela época, o então formando já fazia graça. “Para alguns, sucesso pode ser morar numa praia e viver à base de água de coco. Para outros, seria constar na lista dos mais ricos da revista Forbes. Para alguns, sucesso pode ser oferecer a seus filhos o mesmo que seus pais lhe ofereceram. Para outros, infelizmente, sucesso nada mais é do que um trissílabo paroxítono… Eu sei que vocês (se referindo aos professores) estão pensando se realmente é paroxítono, mas eu já vi isso antes. Realmente é paroxítono. Fiquem tranquilos”, disse, arrancando risada dos colegas.

As colações de grau de turmas do 3º ano do Ensino Médio também podem render bons discursos, como o feito pelo estudante Pedro Vormittag, em sua formatura pelo Colégio Mackenzie, em 2010. O vídeo no YouTube soma hoje quase 50 mil visualizações e muitos comentários elogiosos pelo texto consciente e boa interpretação do orador. “E como se a saudade já não fosse forte o suficiente, é preocupante saber que, a partir de agora, tudo fica mais difícil. Os problemas da vitória são muito mais agradáveis do que os da derrota, mas não são menos difíceis. A partir de agora, os nossos erros não serão mais só pontos perdidos em uma prova”, disse o estudante.