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Saiba como usar as redes sociais para adquirir e trocar informações acadêmicas

Postado por em 19/07/2013

As redes sociais têm gerado mudanças significativas para o mundo globalizado, não só para o entretenimento, mas também para a educação. Essas constantes alterações devem ser bem aproveitadas pelos usuários. Com isso, instituições de ensino profissionais da área estão aderindo às plataformas, a fim de ficarem por dentro e atualizarem a didática. Atualmente, as redes sociais mais utilizadas pelos estudantes são o YouTube, Skype, Twitter e Facebook. O YouTube é mais usado para compartilhar trabalhos de alunos e para complementar as aulas através de tutoriais em vídeo. Já o Skype, o Twitter e o Facebook são melhores ferramentas para comunicação.

Os grupos no Facebook ou as comunidades podem ser usados como espaços de troca de informações. Neles, os participantes indicam links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar nos estudos. Outra função desse segmento é promover o debate, proporcionando aos usuários um espaço de maior interação e também incentivando o desenvolvimento do senso crítico.

Para o consultor de mídias sociais, Renan Caixeiro, a utilização dessas plataformas tem o lado positivo e negativo. “Com a ferramenta, fica mais fácil organizar o conteúdo, buscar fontes de informação e pessoas que compartilham o mesmo interesse, pois antes era mais difícil ter acesso a um especialista, por exemplo. Além disso, estabilizar a informação em grupos ou comunidades, para compartilhar com os membros também é algo muito válido”, diz. Uma preocupação de Caixeiro é sobre a autoria. “Algumas pessoas utilizam o material disponibilizado na rede sem creditar o autor. Nesse sentido, fica um questionamento, sobre até que ponto vale utilizar essa informação”.

De acordo com Caixeiro, atualmente, existem redes sociais para cada tema ou objeto de estudo. A educação virtual é uma área que tem crescido muito. Através dela, os alunos conseguem cumprir as metas propostas e se capacitarem. Para o especialista, a grande diferença da internet é que o material está disponível para ser utilizado. Mas cabe, ao internauta, saber usar a ferramenta. “Antigamente a pesquisa era mais aprofundada; agora, a informação está no poder da pessoa que vai usá-la”, completa.

Além das redes sociais, outros meios sociais também já são utilizados, como o Google Docs, onde o grupo pode compartilhar, alterar, editar o trabalho pela internet, sem precisar realizar as reuniões presenciais. Porém, o especialista alerta: “O estudante também pode ficar muito limitado a uma informação e não evoluir”.

Para os professores e tutores, as redes sociais também podem ser usadas para compartilhar com os estudantes materiais multimídias, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar.

Esses materiais, que funcionam como apoio, podem ser divulgados tanto nos perfis quanto nos grupos. Entretanto, eles também devem ter outras formas de acessos, pois nem todos os alunos fazem parte dessas redes. Quem convive com essa realidade é a professora dos cursos de Jornalismo e Publicidade do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF), Ana Marta Ladeira. “O Facebook funciona melhor para interagir com os alunos. Uso a ferramenta para trocar informações, marcar cada representante das turmas e divulgar vagas de estágios e empregos”, diz. Para a professora, o mestre não pode deixar de se adaptar às novas tecnologias, porém, ele deve se preocupar com a qualidade da informação. “Agora tudo é muito rápido. Às vezes, a gente não consegue acompanhar as notícias e ficamos sabendo na sala de aula, por isso é importante ficar conectado”.

Contudo, Ana Marta destaca que “temos um conteúdo para ser cumprido, por isso, tem hora que precisamos desconectar um pouco das redes sociais”. Uma preocupação da professora é a questão da informação superficial. “Os alunos precisam buscar conteúdos mais aprofundados. Portanto, cabe ao educador incentivar a busca do conhecimento específico, além da prática”.